Atividade Inaugural 2025
A Fundação Universitária Mário Martins abriu as atividades científicas de 2025 com evento no dia 29 de março, que reuniu apresentação dos novos alunos de Psiquiatria, Psicoterapia e residência em Psiquiatria, e palestras de renomados especialistas.
Bastante prestigiada por alunos, professores, corpo clínico e direção da FUMM, a abertura oficial do ano letivo contou com palestras da Dra. Lucia Teresinha de Souza Cunha, diretora técnica do Hospital Espírita de Porto Alegre e médica psiquiatra, especialista em Medicina da Família e da Comunidade, e do Dr. José Ricardo P. de Abreu, vice-presidente do Centro de Estudos Psiquiátricos Mário Martins, médico psiquiatra e professor da FUMM.
Com o tema “Prontuário: É do médico ou do paciente?”, a Dra. Lucia abordou a importância do prontuário contar com informações atualizadas, legíveis e coerentes, como registro seguro e multidisciplinar não só da história médica do paciente, como também como instrumento de defesa legal dos profissionais de saúde. “Além de fornecer base médica e jurídica para a assistência ao paciente, devemos lembrar que os médicos são guardiões deste documento legal, que na prática é de propriedade do próprio paciente”, ressaltou.
O Dr. José Abreu, por sua vez, explanou sobre “Formação em Psiquiatria/Psicoterapia: Construção entre o estudante, o professor e a Instituição”. Proporcionando um panorama da história do ensino de Psiquiatria no Rio Grande do Sul, e a importante participação da FUMM nessa trajetória, o Dr. Abreu ressaltou, também, como a relação clara, objetiva e emocional entre professor, aluno e instituição se reverte de significado essencial para nortear toda a prática da vida profissional: “A compreensão compartilhada entre o profissional e o paciente é determinante para identificação do foco do tratamento”, assegurou. Ele também falou sobre as responsabilidades do professor e do aluno, destacando que “formação se difere do apenas cursar”, e que a escolha da Instituição é a base de toda a formação – sendo que esta, como a FUMM, deve ter “substrato, identidade, história e memória”.




















